E-commerce Saudável

Cenário: O cliente final assiste uma propaganda sobre um determinado produto, onde ele precisa baixar o aplicativo por um QR code exibido na tela ou através de um link e após um rápido processo de cadastro, o cliente decide pela compra do produto. Parece fácil e simples!

Pensa agora que desde o smartphone do cliente final, passando pela conectividade de rede do usuário (seja 4G ou WiFi), DNS, BGP, WAF, VPN, ROUTER EXPRESS, APIs até chegar ao  nosso Application Server, onde está nosso código, nossa infra e nossa cloud. O processo de um simples cadastro, login, adicionar ao carrinho e checkout envolve diversas chamadas que antes eram simplificadas como: frontend, middleware e backend. E hoje está um pouquinho mais complexo:

E quando o cliente, em um processo simples para ele que é clicar em alguns botões, passa por uma má experiência?

 

Como identificar se o problema que nosso usuário teve ou esteve associado a uma política de rede que foi alterada? Ou se um dos servidores estava com 100% de consumo de CPU? Ou se o Garbage Collection não fez o major na hora certa? O banco de dados está enfileirando as requisições? Nesse caso, vamos juntar os melhores e mais caros recursos de cada time para achar o erro, vendo logs, várias ferramentas, executando testes e geralmente isso começa com o usuário na ponta reclamando.

E o “Business War Room”? Nossos diretores, executivos e acionistas, preocupados com a imagem da empresa, com o fluxo de conversão, vendo a taxa de conversão diminuir. Eles vão investir mais na infra?  Vão pedir para resolver o mais rápido possível, colocando mais máquinas? Como projetar em uma visão executiva o quanto se perde ou quanto se ganha  (financeiramente) em cada transação da nossa aplicação/site. No double click saber quem são os usuários e traçar uma estratégia para retenção desses usuários?

E para o técnico, um drill down para a causa raiz do problema e rápida solução… e se fizermos uma análise preditiva, com base em subconjuntos da inteligência artificial, para avisar QUANDO o cliente será impactado?! E se nos anteciparmos resolvendo ou já entrando em contato com o cliente, de forma automatizada, para solucionar o problema antes que ele perceba ou reclame? Isso só será possível com um monitoramento completo da experiência do teu usuário. Entendendo a experiência do teu Negócio.

É isso que queremos oferecer com nossa suíte de monitoramento. A solução N&DC com plataformas de Gestão de Negócio Inteligente garantindo a completa visibilidade e rastreio da experiência do teu usuário, desde a ponta (que pode ser na sua loja, fábrica, filial se conectando na sede, etc) até seu backend.

Vamos falar mais sobre isso?

A N&DC auxilia na adoção das melhores soluções de monitoramento para otimizar seu ambiente de trabalho. Fale com nossos especialistas! 

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Software Delivery e o Mito da Esteira Complexa

DevOps. DevSecOps.

Por onde passamos em nossos clientes estamos vendo essa evolução.

Empresas criando squads, separando os times, focando em automações que facilitem nessa jornada Dev -> Ops. Se tiver segurança então, melhor ainda um DevSecOps. Mas há uma complexidade nisso.

Há pessoas, scripts, diversas ferramentas de CI (Continuous Integration) /CD (Continuos Delivery), afinal de contas, precisamos dentro dessa esteira planejar a necessidade do nosso cliente, a criação, integração, verificações / validações, deploy e operação, monitoramento / observability e melhorias em um ciclo contínuo com foco em entregar a melhor experiência e valor para nosso cliente.

Parece complicado né?! E quando vamos ao Google procurar por ferramentas que compõem essa esteira? Temos um exemplo abaixo:

Hoje falamos em 3 motivações para ter um DevOps:

  1. Escalabilidade:  as soluções precisam ter mais escalabilidade. Manter a esteira customizada gera muito trabalho, recursos fixos no time, scripts bem documentados, pipeline documentado, envolvimento de várias squads desde infra até segurança, fluxos de aprovações entre outros;
  2. Migração para Cloud : é extremamente necessário ter pelo menos um Delivery Automatizado. É praticamente impossível subir kubernetes na nuvem sem automatizar, por exemplo. E a migração para Cloud, seja IaaS, PaaS ou SaaS, tem sido cada vez mais comum entre as empresas;
  3. Pressão por Inovação:  nosso usuário final cada vez mais quer uma experiência digital. Se pensarmos em e-commerce, fintechs e outros segmentos que possuem um mercado competitivo, e impulsionados pelo cenário atual, a pressão pela inovação é alta. E nosso time DevOps tem que estar pensando em inovação e não resolvendo bugs.

Ter uma ferramenta de orquestração para essa esteira  e integrar teu repositório, cofre de senhas, ITSM, ferramentas de colaboração, etc. em um unico pipeline correndo as stages de DEV, HML, DEV, PROD de forma automatizada, documentada e ainda controlando o seu custo, cuidando das integrações, delivery seguro e automatizado, realizando o fundamental Continuous Verification: é isso que oferecemos com a Harness.

De forma muito simples, desmistificando a complexidade em montar um pipeline estável e escalável onde  podemos montar a esteira integrando com ferramentas já utilizadas podendo, inclusive substituir algumas ferramentas trazendo maior controle, segurança e automação.

A cada novo deploy, nova tag ou release  a esteira está preparada para subir seu terraform, integrado com a nuvem para subir a máquina (controlando teu custo) com gatilhos que peçam a aprovação no teu JIRA ou ServiceNow para poder seguir na esteira.

Queremos realizar aqui algumas perguntas provocativas te façam refletir sobre a necessidade de ter uma única plataforma para gerenciar  a performance, disponibilidade, desempenho e custos de forma automatizada:

  • Qual a sua frequência de deploys?
  • Quantos rollbacks ou rollover acontecem?
  • Quanto tempo para montar um pipeline?
  • Quanto tempo é gasto com cenários de testes em QA?
  • Quanto tempo para conseguir a aprovação para subir um deploy em PROD?
  • Hoje há uma auditoria dessa esteira? Saber quem está executando, onde, características, número de falhas, squad com maior performance?
  • E se a performance piorar? A esteira está integrada com sua stack de observability?
  • Hoje tem testes Blue Green? A/B? Canary?
  • Qual o teu custo em caso de cloud/multi cloud? Como é controlado correlacionando na esteira? Automático?

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Quem precisa de APM? E por quê?

Quando falamos de monitoramento de aplicações (APM) e a importância de mitigar perdas financeiras, “estrago” na imagem da empresa e enormes troubleshootings , salas de guerra (ou como carinhosamente chamamos de “barata voa”); sempre está associado com perguntas como “Por que eu preciso de um APM?” ou “Como um APM pode me ajudar na Gestão de Negócios?”. E são perguntas pertinentes!

No mercado, muitas empresas estão investindo em times de operação e/ou aplicações (IT Ops & App Ops), cujo objetivo é manter as aplicações disponíveis, otimizar os custos de infraestrutura e utilização de recursos, estabelecer um centro de monitoramento efetivo, reduzir incidentes que impactam no negócio e ainda são cobrados por demonstrar o retorno do investimento realizado (ROI).

O dia-a-dia de operações/aplicações temos alguns desafios que acabam tirando o foco dos times que deveriam estar voltados para a inovação ou agilizando o Backlog para atender chamadas fora do horário de trabalho (gerando hora extra, stress, gap na escala do time), falta de visibilidade de algum software ou hardware por falta de ferramenta ou por excesso de ferramentas não consolidadas, falta de automação em atividades simples, fornecedor ou parceiro externo/terceiro fornecendo serviço com baixa performance, que impactam na aplicação e na falta de clareza  fazendo com que aquele incidente que causou todo o stress teve um impacto para negócio (Sabe aquele chamado às 3 AM de 100% de CPU, impactou em alguma venda? Deixamos de vender?).

Se você se identificou com algum desses desafios, já temos pelo menos uma resposta: Você precisa de um APM. E ele pode te ajudar a gerir seu business.

Responder essas perguntas estão no DNA da N&DC, que tem na plataforma CISCO AppDynamics a solução ideal para o correlacionamento dessas métricas técnicas com impacto para Negócio. Uma ferramenta única que cobre as iniciativas de “Digital Transformation”, “Cloud Migration” e “AIOps” aumentando a capacidade do teu time de engenheiros e engenheiras, e a velocidade dos seus releases e garantindo a escalabilidade dos seus produtos.

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Educação remota: 4 dicas para otimizar a colaboração entre alunos e professores

Enquanto milhares de escolas e universidades no Brasil e no exterior se preparam para outro semestre de educação remota, os professores estão lutando para adaptar aulas presenciais para o ensino à distância.

É compreensível que educadores e instituições se sintam sobrecarregados com tantas mudanças acontecendo em tão pouco tempo. No entanto, é preciso entender as diferenças entre ensinar em uma sala de aula de tijolo e argamassa e ensinar em uma sala online.

O ensino na educação remota precisa ser muito mais dinâmico para manter tanto alunos quanto professores engajados. Pensando nisso, separamos 4 dicas de como otimizar a colaboração entre esses dois grupos na sua instituição! Acompanhe:

1.Utilize técnicas de aprendizagem dinâmica

Não há dúvidas sobre os desafios impostos pela educação remota — mas, sem dúvidas, o maior deles é manter os alunos engajados. Apenas reproduzir as técnicas de ensino utilizadas em salas de aula físicas no ambiente virtual não é efetivo. O aluno online deve possuir um papel muito mais ativo na sua própria aprendizagem do que o aluno offline.

Faça com que os alunos voltem a sintonizar-se adotando estratégias de aprendizagem dinâmicas e colaborativas que os estimulem a se envolver com o material e entre si. Estudos têm mostrado que a aprendizagem colaborativa online aumenta o desempenho acadêmico, a retenção de conhecimento e as habilidades interpessoais.

Incluir ferramentas como aplicativos de gravação de tela, salas de reuniões virtuais, documentos colaborativos e sistemas de gerenciamento de aprendizagem podem ser caminhos eficazes para a criação de ambientes de aprendizagem dinâmicos e interativos.

  1. Invista na tecnologia base para a educação remota

Em um ambiente de ensino remoto, a tecnologia é essencial. Afinal, foi justamente a tecnologia que permitiu que a educação remota tomasse forma — agora é ela também que permite que o ensino à distância seja tão eficiente quanto a sua versão presencial.

Aproveitar as ferramentas de tecnologia que ajudam a garantir que os alunos permaneçam concentrados em suas tarefas e atinjam seus objetivos de aprendizagem resultará em alunos mais participativos em sua própria educação.

Do lado dos professores, a tecnologia permite que acompanhem o desempenho em grupo e individual mais de perto, ao mesmo tempo que cria conexões interpessoais para que a falta do contato pessoal seja minimizada.

Além disso, a tecnologia também provou ser uma mão amiga para professores que às vezes têm dificuldade em explicar certas coisas dentro dos limites de uma sala de aula física. Professores experientes em tecnologia são capazes de preparar suas aulas de uma maneira mais estratégica, incluindo diferentes tipos de texto, modelos de atividades e controles interativos para os alunos.

Veja mais >> A LGPD e as instituições de ensino

  1. Aposte na educação remota interativa

A tecnologia dá aos professores a capacidade de envolver todos os alunos na aprendizagem interativa, para que possam treinar seu pensamento crítico e resolução de problemas. E, melhor ainda, isso pode funcionar em todas as disciplinas em um ambiente trans curricular.

Essa é uma maneira importante de tornar o aprendizado mais envolvente, especialmente no ambiente de ensino à distância, onde as atividades rotineiras podem ser fáceis, mas deixar os alunos desinteressados.

Ao desenvolver diferentes atividades, integrar tecnologias e criar uma variedade de oportunidades de avaliação, a interação online incentiva o envolvimento dos alunos e ajuda na retenção de conhecimento.

Os fóruns de discussão têm sido muito usados ​​na construção do processo de aprendizagem na educação remota. Por meio deles, os alunos podem conduzir as conversas com mais flexibilidade e compartilhar insights com uma reflexão aprofundada dos conhecimentos e habilidades adquiridos.

Outras atividades de interação comumente usadas são gincanas temáticas, viagens de campo virtuais a locais clínicos / museus / zoológicos, vídeos interativos (questionário em vídeo) e palestras guiadas por perguntas etc.

  1. Obtenha feedback e analise dados

Outro dos grandes benefícios da educação remota é a quantidade de dados gerada. Assim como empresas e indústrias no mercado, sua instituição de ensino pode usar o poder dos dados para melhorar as técnicas de aprendizagem e reter alunos.

Sua empresa de ensino online provavelmente ainda não está toda formada — este é um trabalho ainda em andamento, que deve depender também do que seus alunos têm a dizer. Professores e instituições devem definir formas de coletar dados sobre as aulas, analisar as informações e extrair insight acionáveis a partir delas, para que se transformem em melhorias efetivas na sala de aula virtual.

Por isso, o primeiro passo, é mostrar aos alunos que a opinião deles importa e que eles podem se sentir à vontade para expressá-la. É preciso garantir que os alunos se sintam confortáveis com a tecnologia utilizada na sala de aula virtual e que não haja problemas técnicos na conexão entre alunos e professores.

Além disso, os alunos também devem ter um espaço para opinar sobre os métodos de ensino de cada professor e o que acham que pode melhorar. Ao sentir que suas vozes são ouvidas, os alunos estarão muito mais propensos também a escutarem eles mesmos.

A mudança repentina em direção ao aprendizado remoto não foi fácil, mas as técnicas de aprendizado colaborativo podem ajudar os alunos a se sentirem envolvidos e engajados, mesmo por meio de uma tela de computador.

A aprendizagem colaborativa online não acontece espontaneamente. Requer um planejamento cuidadoso e as ferramentas certas para tornar a participação fácil e simples. Procure um parceiro que te ajude a desenvolver fluxos projetados para envolver mais os alunos, mesmo a milhares de quilômetros de distância.

Gostou do nosso artigo? Continue aprendendo e veja também as soluções para ensinar em um mundo cada dia mais digital!

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Atendimento remoto na triagem de pacientes: capacite médicos, equipes e otimize a segurança de todos!

O campo da telemedicina, ou atendimento remoto, mudou drasticamente desde o seu início. Você pode se surpreender, mas a ideia de cuidar de pacientes remotamente não é nova, tendo surgido há cerca de cinquenta anos quando alguns hospitais começaram a fazer experiências com telemedicina para alcançar pessoas em locais remotos.

Porém, com as rápidas mudanças na tecnologia nas últimas décadas e com o isolamento imposto pelo coronavírus, o atendimento remoto se transformou em um serviço integrado usado em hospitais, residências, consultórios médicos particulares e outras instalações de saúde.

Para te mostrar, fizemos um breve resumo dos avanços do atendimento remoto de pacientes nos últimos anos, das tecnologias usadas e dos benefícios que a telemedicina traz tanto para instituições de saúde quanto para pacientes. Acompanhe!

Telemedicina: o atendimento remoto dos pacientes

A Organização Mundial da Saúde (OMS) se refere à telemedicina como “cura à distância”. Basicamente, a telemedicina é o uso de tecnologia para fornecer serviços clínicos remotos aos pacientes. Os médicos usam a telemedicina para a transmissão de imagens digitais, consultas por vídeo e diagnóstico médico remoto.

Hoje, as pessoas não precisam mais agendar uma visita pessoal ao médico para receber o tratamento. O uso de conexões seguras de vídeo e áudio possibilita aos especialistas tratar os pacientes mesmo que eles estejam em suas próprias casas.

O primeiro objetivo do atendimento remoto de pacientes era atender aquelas pessoas que viviam em lugares remotos, longe dos grandes centros médicos. Hoje, a telemedicina continua ajudando a solucionar esse problema, mas ganhou novos propósitos nos últimos anos.

Além de permitir que as pessoas continuassem isoladas como forma de mitigar a propagação do coronavírus, o paciente moderno de hoje busca mais conveniência nos seus agendamentos. Ele quer marcar e realizar consultas pela internet, sem que precise perder tempo se deslocando ou aguardando em salas de espera lotadas — benefícios que o atendimento remoto oferece.

Os benefícios do atendimento remoto de pacientes

Conhecida como um avanço tecnológico que está mudando toda a infraestrutura de saúde, a telemedicina veio para ficar. Hoje, pacientes, provedores e pagadores podem se beneficiar com o atendimento remoto.

Sistemas de saúde, consultórios médicos e instalações de enfermagem qualificadas estão usando a telemedicina para fornecer cuidados com mais eficiência. As tecnologias que vêm integradas ao software de telemedicina, como registros médicos eletrônicos, diagnósticos de IA e dispositivos médicos de streaming, podem auxiliar melhor os provedores no diagnóstico e tratamento.

Este último permite que os provedores monitorem os pacientes em tempo real e ajustem os planos de tratamento quando necessário. Em última análise, isso leva a melhores resultados para o paciente.

Os provedores também podem se beneficiar com o aumento da receita. Ao utilizar a telemedicina, os médicos podem atender mais pacientes sem a necessidade de contratar mais funcionários ou aumentar o espaço do escritório. Especialistas em telemedicina ajudam os provedores a configurar soluções de telemedicina compatíveis com as leis em voga, para agilizar os fluxos de trabalho e melhorar o atendimento ao paciente.

Do lado dos pacientes, a telemedicina permite que eles tenham acesso ilimitado aos serviços de saúde e vejam um médico sem sair de casa. Idosos com dificuldades de locomoção e pessoas em locais remotos podem fazer uma consulta com o uso de dispositivos médicos de streaming. A propagação de doenças (como a COVID-19) também é reduzida, pois aqueles contaminados não precisam expor outras pessoas em salas de espera lotadas.

Como o atendimento remoto é aplicado

Então, agora você sabe o que é o atendimento remoto e como ele beneficia instituições e pacientes. Mas como os sistemas de telemedicina são realmente entregues? Que tipo de tecnologia permite conexões digitais entre um provedor em um grande hospital e um paciente em uma casa rural remota?

Com a expansão da internet, muito da forma como a telemedicina é fornecida mudou. Agora, com uma simples conexão à internet, muitos pacientes em áreas remotas podem cuidar da sua saúde e se conectar com médicos onde quer que estejam.

No entanto, muitos podem se perguntar quais são as aplicações mais valiosas da telemedicina? Vamos descobrir algumas maneiras populares que a telemedicina é usada hoje.

Gestão de doenças crônicas

Os dispositivos tecnológicos de hoje permitem aos médicos monitorar a saúde dos pacientes de longe. Os vestíveis permitem que os provedores acessem a frequência cardíaca, pressão arterial, níveis de glicose e muito mais por meio da transmissão de dados de um dispositivo para outro, possibilitando que acompanhem pacientes com doenças crônicas de longe, sem que eles tenham que se deslocar regularmente para hospitais ou clínicas.

Gestão de medicação

Aqueles no setor de saúde reconhecem que o gerenciamento de medicamentos é essencial, especialmente entre os idosos. Os idosos têm maior probabilidade de esquecer de tomar seus medicamentos, e é aí que entra a telemedicina. Prestadores de serviços e outros profissionais de saúde podem usar a tecnologia para monitorar quando e se seus pacientes tomaram os medicamentos. Como resultado, isso leva a menos readmissões hospitalares.

Compartilhando informações médicas

Hoje, os médicos da atenção primária podem se conectar com especialistas que estão em outro local. Informações de saúde, como imagens diagnósticas, análises de sangue e muito mais dados podem ser compartilhados para uma avaliação apropriada do paciente em tempo real.

Esvaziando a sala de emergência 

Sem dúvida, o pronto-socorro é um dos ambientes mais caros, superlotados e estressantes da saúde. Com a telemedicina, salas de emergência superlotadas podem ser reduzidas fazendo com que os pacientes consultem um médico remoto usando primeiro o chat por vídeo. O médico remoto pode determinar se aquele indivíduo deve procurar atendimento em um departamento de emergência, o que aumenta a eficiência do pronto-socorro.

O atendimento remoto ainda tem muito a avançar para se tornar uma opção realmente viável a todos. No entanto, os avanços dos últimos anos mostraram que a tecnologia na medicina veio para ficar, melhorando os cuidados oferecidos ao paciente e otimizando os custos internos das instituições.

Quer saber mais sobre o atendimento remoto? Veja 5 tendências para o futuro da medicina e saiba como elas podem afetar sua instituição ou entre em contato com nossos especialistas. Estamos prontos para te auxiliar em qualquer dúvida.

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Mobile experience: como é possível melhorar o engajamento dos alunos no campus?

Atualmente, os dispositivos móveis são onipresentes e permeiam todos os aspectos de nossa vida, permitindo-nos fazer as coisas quando e onde precisamos. Com tamanha importância, não é de admirar que as experiências móveis (mobile experience) tenham alcançado também a educação.

Quando falamos de educação, o impacto de uma boa experiência móvel pode ser sentido diretamente no desempenho dos alunos. A educação pode ser (e está sendo!) completamente transformada pela nuvem e aplicativos móveis que permitem superar desafios e aumentar o alcance do conhecimento.

O mobile experience na educação pode aumentar o engajamento de toda comunidade (incluindo alunos, professores, funcionários, administradores e pais) de formas nunca vistas.

Para que você fique por dentro, abaixo te mostramos os desafios que podem ser superados na educação com a ajuda de tablets e smartphones! Acompanhe!

Os desafios da educação que o mobile experience ajuda a superar

O mobile experience na educação representa uma forma de abordar vários dos nossos problemas educacionais. Dispositivos como smartphones e tablets permitem a inovação e ajudam alunos, professores e pais a obter acesso a conteúdo digital e avaliação personalizada vital para um mundo pós-industrial.

Os dispositivos móveis, usados ​​em conjunto com a conectividade sem fio 4G / 5G são ferramentas essenciais para melhorar o aprendizado dos alunos. A tecnologia de conexão sem fio é uma forma de fornecer novos conteúdos e facilitar o acesso às informações onde quer que o aluno esteja, dentro ou fora da sala.

À medida que telefones celulares, tablets e outros dispositivos conectados se tornam mais comuns e acessíveis, o mobile experience pode melhorar drasticamente o aprendizado e levar conteúdo digital aos alunos.

Os alunos adoram a tecnologia móvel e a usam regularmente em suas vidas pessoais. Portanto, não é surpresa que os jovens queiram empregar dispositivos móveis para tornar a educação mais envolvente e personalizá-la de acordo com suas necessidades específicas.

Em comparação com atividades não-tecnológicas, a tecnologia móvel permite aumentar o envolvimento dos alunos. Por isso, instituições de ensino e educadores precisam entender como aproveitar o mobile experience para impulsionar o aprendizado.

Veja mais >> Os segredos de ensinar em um mundo digital

Os benefícios do mobile experience para a educação

A aprendizagem móvel torna possível estender a educação além dos limites físicos da sala de aula e além dos períodos fixos do dia escolar. Ela permite que os alunos acessem o conteúdo de casa, se comuniquem com professores e trabalhem com outras pessoas online.

Dessa forma, o mobile experience oferece os seguintes benefícios para alunos, educadores e instituições:

  1. Aprenda em qualquer lugar, a qualquer hora

O aprendizado móvel permite flexibilidade, eliminando a necessidade de que o ensino aconteça em um determinado momento e lugar, e permitindo que os alunos acessem o conteúdo quando e onde quiserem.

Isso aumenta a flexibilidade, algo valorizado por alunos que, cada dia mais, dividem seu tempo de estudo com diversas outras atividades. O mobile experience se integra perfeitamente a aprendizagem na rotina diária do aluno, o que resulta na conclusão bem-sucedida do estudo e na retenção de conhecimento.

  1. Entrega reduzida levando a um aprendizado mais rápido

A mudança em direção à micro aprendizagem — que permite aos alunos digerir “pedaços” menores de conteúdo para aumentar a absorção — é impulsionada pela adoção de celulares como um modo de aprendizagem.

O conteúdo apresentado através de dispositivos móveis é nítido e conciso. As informações são mais facilmente acessíveis quando necessárias para o treinamento, não importa onde o aluno esteja. Isso ajuda a evitar a sobrecarga cognitiva e aumenta o aprendizado.

  1. Melhora a retenção de conhecimento

O mobile experience leva a uma maior retenção de conhecimento, graças ao fato de que os alunos são mais propensos a lembrar de dados nítidos e concisos, que eles consideram relevantes e relacionáveis, no momento que precisarem.

Assim, eles serão capazes de relembrar informações de maneira mais fácil e melhorar seu desempenho, visto que conseguem gravar o assunto em sua memória de longo prazo.

Além disso, mais e mais alunos agora preferem conteúdo multimídia para permanecer envolvidos em um ambiente de aprendizagem, como vídeos, podcasts e áudios. Eles também apreciam mais controle sobre suas sessões de ensino — tudo possibilitado pelo mobile experience.

  1. Personalização que leva a uma taxa maior de engajamento

Uma das vantagens amplamente conhecidas do aprendizado móvel é a personalização. Os cursos feitos sob medida promovem uma maior taxa de engajamento e motivação para os alunos.

Em suas vidas individuais, os jovens estão acostumados aos conteúdos personalizados e comunicação instantânea. Eles buscam informações 24 horas por dia e querem informações que sejam relevantes para seus interesses particulares.

Assim, a educação também deve ser uma atividade individualizada. O conteúdo deve ser onipresente e personalizado para que os alunos possam seguir suas paixões de aprendizado e descobrir onde obter respostas para perguntas básicas.

  1. Design responsivo que leva à fácil adoção

Todos nós já nos deparamos com sites que ficam bem em nossos computadores e notebooks, mas não funcionam bem em nossos smartphones.

O design responsivo permite que a interface se adapte a vários tamanhos de dispositivos, seja desktop, laptop, smartphone ou tablet. Isso possibilita que os alunos tenham sempre o conteúdo em mãos, não importa qual dispositivo utilizem.

A adoção do mobile experience na educação vai de encontro às mudanças que a tecnologia tem trazido ao perfil comportamental do aluno. Cada dia mais, as novas gerações dominam as salas de aula de faculdades, querendo uma aprendizagem adequada às suas realidades.

Para saber mais sobre como o mobile experience melhora o engajamento dos alunos, entre em contato conosco!

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Tecnologia na Medicina: eleve a segurança de dados no ambiente de trabalho a outro patamar!

A tecnologia na medicina está ajudando hospitais em todo o mundo a aliviar suas cargas administrativas e melhorar os resultados de saúde dos pacientes. Agora, a tecnologia também está sendo usada na segurança da informação para garantir a segurança dos dados dos pacientes.

Aplicações como Inteligência Artificial (IA) e Machine Learning (ML — também conhecido como aprendizado de máquina) estão permitindo aos agentes na saúde identificar qualquer sinal de ameaça e criar uma resposta célere e eficaz.

No artigo de hoje, te mostraremos os desafios que um ciberataque pode representar para organizações de saúde e como essas tecnologias estão sendo aplicadas na medicina para elevar a segurança no ambiente de trabalho! Acompanhe:

Os desafios de segurança de dados na saúde

As mais novas vulnerabilidades cibernéticas não são necessariamente a maior ameaça cibernética que uma organização de saúde pode enfrentar. De acordo com o relatório de cibersegurança da Cisco realizado em 2020 – “Simplifique para proteger”, não existem dúvidas de que os cibercriminosos são bem financiados e estão em constante inovação.

Consequentemente, muitas ameaças comuns continuam a ser problemáticas nos na área de saúde, incluindo:

  • Malware e ransomware: os cibercriminosos usam malware e ransomware para desligar dispositivos individuais, servidores ou mesmo redes inteiras. Em alguns casos, um resgate é exigido para retificar a criptografia;
  • Ameaças da nuvem: uma quantidade crescente de informações de saúde protegidas está sendo armazenada na nuvem. Sem a criptografia adequada, isso pode ser um ponto fraco para a segurança das organizações de saúde;
  • Sites enganosos: criminosos cibernéticos criam sites com endereços semelhantes a sites confiáveis para ludibriar funcionários desavisados. Alguns simplesmente substituem .com por .gov, dando ao usuário incauto a ilusão de que os sites são iguais;
  • Ataques de phishing: essa estratégia envia grandes quantidades de e-mails de fontes aparentemente confiáveis ​​para obter informações confidenciais dos usuários;
  • Pontos cegos de criptografia: embora a criptografia seja crítica para proteger os dados de saúde, ela também pode criar pontos cegos onde os hackers podem se esconder das ferramentas destinadas a detectar violações;
  • Erro de funcionários: mesmo que não intencionalmente, os funcionários de uma organização de saúde podem expô-la a riscos. Isso pode acontecer com o uso de senhas fracas, compartilhamento de senhas ou abertura de links suspeitos;
  • Dispositivos conectados à internet: outra ameaça crescente na segurança da saúde é encontrada nos dispositivos médicos. Conforme os marcapassos e outros equipamentos se conectam à internet, eles enfrentam as mesmas vulnerabilidades de outros sistemas de computador.

Tecnologia na medicina: o papel da automação ​​na segurança de dados

As inovações introduzidas pelos cibercriminosos em breve poderão superar as tecnologias que as organizações de saúde possuem atualmente. Para sobreviver, é fundamental que as equipes de TI da área de saúde desenvolvam e implantem tecnologias avançadas e integradas.

Felizmente, essas tecnologias já existem e estão disponíveis. A automação, por exemplo, é utilizada não só para tornar rotinas de trabalho mais eficazes, mas também para monitorar o perímetro da rede de uma organização de saúde e segmentar o tráfego.

Essas tecnologias de segmentação interna são capazes de identificar e isolar automaticamente dados confidenciais (localizados atrás de firewalls dentro da rede) com base em protocolos de segurança específicos. Isso garante que um dispositivo comprometido nunca seja capaz de se espalhar lateralmente e, assim, infectar toda a rede de saúde.

As equipes de TI da área de saúde também podem usar a automação para aprimorar ou substituir funções básicas de segurança e tarefas do dia a dia, como rastreamento e correção de dispositivos, e configuração de dispositivos de segurança e rede.

A automação também pode ser aproveitada para detectar vulnerabilidades de dispositivos, aplicar protocolos de segurança ou uma política de sistema de prevenção de intrusão (IPS) para protegê-los até que um patch esteja disponível, ou para modificar políticas e protocolos em tempo real em resposta a ameaças detectadas recentemente.

Tecnologia na medicina: o papel da Inteligência Artificial ​​na segurança de dados

Há um velho ditado em segurança de rede: “os invasores só precisam acertar uma vez. Você precisa estar certo todas as vezes”. A única maneira de ficar à frente dos cibercriminosos é agir imediatamente. Para isso, além de automatizar tarefas, a chave para a segurança da informação é a visibilidade.

Você não pode proteger o que não pode ver. Por outro lado, se você sabe o que está acontecendo em sua rede, pode identificar rapidamente qualquer comportamento anômalo e agir para impedir que se espalhe por toda a rede. O segredo para conquistar tamanha visibilidade é a Inteligência Artificial.

IA na Medicina

A IA permite à organização de saúde capturar e correlacionar todas as informações de ameaças relevantes da rede, adicionando transparência às operações. Junto com o Machine Learning, a IA faz com que os dispositivos de segurança da organização aprendam continuamente a partir dos dados observados para entender quais sinais apontam ou não para uma possível ameaça.

A atual tecnologia na medicina possibilitou a criação de uma base de conhecimento específica da indústria que pode ser “lida” utilizando análises de Big Data. Essas análises permitem examinar e analisar quantidades massivas de dados em tempo hábil, encontrando padrões de comportamento das ameaças, que são utilizados no desenvolvimento de soluções e infraestrutura de segurança posteriormente.

A segurança da informação na saúde precisa ser capaz de operar em velocidades cada dia maiores. Isso significa investir em tecnologia na medicina para automatizar as respostas aos ataques e permitir que as redes possam aprender com dados históricos para tomar decisões eficazes e autônomas.

Quer conhecer mais soluções de segurança para a saúde? Fale com nossos especialistas.

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Ensino híbrido: por que ele é uma tendência que amplia a aprendizagem?

Os últimos anos foram marcados por evoluções tecnológicas que revolucionaram todos os setores. No departamento de Treinamento e Desenvolvimento (T&D) não foi diferente. Soluções digitais de aprendizagem e treinamento surgiram para tornar o ensino mais interativo e dinâmico.

As iniciativas digitais de educação, também conhecidas como e-learning, permitiram às empresas criar experiências de aprendizado mais adequadas à rotina dos funcionários. Com a pandemia do coronavírus isso ficou ainda mais claro.

Alunos, profissionais e professores foram enviados para casa para conter o vírus e manter as medidas de distanciamento necessárias, exigindo que novos métodos inovadores de educação e treinamento surgissem para suprir a lacuna deixada pela sala de aula física.

Todos esses fatores fizeram surgir um novo conceito: o de ensino híbrido, um conceito que cresceu em popularidade nos últimos anos.

No artigo de hoje, mostraremos por que o ensino híbrido é uma tendência e o que esperar para o mercado de treinamentos online para o próximo ano!

O que é ensino híbrido?

O ensino híbrido combina o melhor de dois ambientes de treinamento: o tradicional treinamento presencial em sala de aula e o e-learning de alta tecnologia. Enquanto a sala de aula oferece uma oportunidade de aprendizado com feedback face a face imediato, a aprendizagem online oferece um ensino mais personalizado e individualizado.

O ensino híbrido permite que sua empresa una esses benefícios para oferecer uma oportunidade de aprendizado completa. Ao cobrir todas as bases, você pode envolver todos os tipos de alunos, incluindo:

  • aqueles que aprendem melhor em um ambiente estruturado que inclui interação face a face com um professor;
  • e aqueles independentes que aprendem melhor com treinamento semiautônomo baseado em computador.

Isso porque sua empresa provavelmente é uma mescla de pessoas de diferentes gerações. Tanto os das gerações Y e Z, que estão mais acostumados com o aprendizado digital, bem como alunos de gerações anteriores, mais tradicionais.

Por que o ensino híbrido?

Para as organizações, o e-learning permite que uma oferta variada de cursos seja oferecida simultaneamente, em um fluxo de trabalho regular e ininterrupto. Mas embora essas ferramentas digitais sejam sim eficazes, elas ainda são insuficientes em alguns quesitos valorizados pelo aprendizado tradicional.

O ensino híbrido surge para preencher essas lacunas. Eles oferecem uma forma de combinar o melhor dos dois mundos, unindo métodos tradicionais utilizados em uma sala de aula física com as ferramentas digitais do e-learning. Dessa forma, é possível enfatizar o benefício de cada um deles, quando for apropriado. Na prática, isso se traduz nos seguintes benefícios:

Benefícios para alunos

  • Oferece ao aluno conveniência e flexibilidade, dando a eles a capacidade de controlar seu ritmo de aprendizagem e compreender de maneira ampla o conteúdo do curso;
  • Suporta o aprendizado coletivo, permitindo que os alunos interajam com instrutores e colegas alunos. O método entende a importância da interação humana para enriquecimento da aprendizagem.

Benefícios para organizações

  • Reduz os custos de treinamento presencial, como viagens, acomodação e materiais impressos de treinamento;
  • As empresas podem usar diversos métodos de e-learning, como webinars, gamificação etc., que resultam em um melhor envolvimento do aluno;
  • Leva em consideração o perfil de cada aluno para adequar o método de ensino mais eficaz;
  • Também é mais fácil rastrear exatamente quem completou ou não o treinamento e qual foi o desempenho de cada aluno nos cursos.

Como aplicar o ensino híbrido

O design de cursos híbridos é um processo que requer a contribuição de uma variedade de profissionais para atingir seu potencial máximo. Isso porque precisa ser fundamentado nas melhores práticas estabelecidas, bem como nas necessidades individuais do aluno.

Por exemplo, embora possa ser verdade que certas habilidades são mais bem aprendidas em um ambiente físico, com experimentos práticos, para alguns alunos esses métodos podem ser inacessíveis devido às limitações geográficas ou necessidades especiais.

O designer do curso que trabalha para construir um módulo híbrido precisa ter o conhecimento e a experiência para levar todos esses fatores em conta. Isso é feito considerando as necessidades dos alunos e o conteúdo para construir módulos que sejam flexíveis o suficiente para atender às necessidades de cada um, ao mesmo tempo que sejam adequados ao conteúdo.

Um sistema de gerenciamento de aprendizagem (LMS) de ponta deve ajudar os profissionais de aprendizagem a obter o máximo do ensino híbrido. Para isso, o sistema deve estar equipado com tecnologias como aprendizado de máquina e Inteligência Artificial (IA) que permitem coletar dados e identificar tendências.

Isso beneficia tanto funcionários quanto organização de algumas maneiras:

  • Análises e insights individualizados ajudam a reforçar comportamentos positivos, como interações diárias do curso;
  • As análises de avaliação que moldam o conteúdo e os objetivos são apresentadas conforme os alunos completam as lições e módulos;
  • As ferramentas de avaliação podem reunir informações sobre a retenção e o domínio das aulas offline, seja em seminário ou em forma experimental.

Ao usar análises, os analistas de T&D podem avaliar melhor se os componentes individuais estão funcionando conforme desejado em seu formato de apresentação atual. Isso permite que eles alterem o módulo e seus componentes à medida que mais dados são coletados sobre a eficácia de um determinado método.

Isso é muito importante porque o melhor método de entrega pode mudar com o tempo, à medida que novas ferramentas são desenvolvidas para ajudar os alunos a internalizar conceitos importantes. Sem dúvidas, o ensino híbrido é o caminho a seguir para aquelas organizações que querem casar eficiência com custos baixos.

E na sua empresa? Como o Treinamento e Desenvolvimento é aplicado? Já utilizam ferramentas de ensino on-line?

 Comente abaixo e compartilhe suas ideias e realidade conosco!

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Medicina do futuro: 5 tendências para os próximos anos que você não pode deixar de saber

A pandemia do coronavírus mudou drasticamente o cenário da medicina e terá impactos que durarão muito tempo, depois que a última pessoa do mundo estiver imunizada. Após a Covid-19, podemos ver que a medicina do futuro deverá se apoiar na tecnologia para oferecer aos pacientes e médicos um cuidado preventivo e uma maior conectividade.

Hoje, médicos possuem em mãos ferramentas que eram inconcebíveis anos atrás. E o poder dos dados, ainda pouco revelado na medicina, promete mudar ainda mais o cenário do segmento de saúde nos próximos anos.

Como gestor de TI, é seu papel conhecer as principais novidades disponíveis e gerenciar sua aplicação dentro do hospital, laboratório ou clínica em que trabalha. Para te ajudar, separamos uma lista com as principais tendências que a medicina do futuro revelará neste e nos próximos anos! Acompanhe:

  1. Wearables e aumento dos cuidados remotos

Uma das palavras mais utilizadas em diversos contextos durante a pandemia foi “remoto”. O trabalho remoto, por exemplo, tomou conta das mais variadas organizações, grandes a pequenas, como forma de reduzir a propagação do vírus. Como resultado, gestores em todos os setores viram que essa é sim uma saída eficaz e econômica para suas equipes.

No caso da medicina, o “remoto” também não ficou para trás. Muitas consultas que não necessitavam contato passaram a ser realizadas online e o modelo de receita com assinatura eletrônica do médico já é amplamente utilizado.

Para a medicina do futuro, a expectativa é de que, cada vez mais, o paciente tenha papel ativo na sua saúde. O uso de wearables, dispositivos “vestíveis” pelo paciente já é uma realidade.

E não estamos falando somente dos relógios inteligentes, que monitoram frequência cardíaca, tempo de sono, entre outros dados do usuário — mas também de dispositivos que sejam capazes de identificar a menor mudança no corpo do usuário para gerar alertas e criar uma ficha de histórico completa.

Isso permitirá aos médicos e profissionais da saúde acompanhar a saúde do paciente remotamente e com informações que podem ser enviadas em tempo real.

  1. Automação e IA para gerar mais eficiência

Enquanto muitos hospitais e clínicas viram seus números de pacientes aumentarem, ao mesmo tempo que precisavam lidar com a redução de pessoal devido à COVID-19 ou isolamento, muitos começaram a procurar soluções que permitissem automatizar tarefas sem valor agregado, mas essenciais ao trabalho.

A busca por eficiência tem o potencial de impulsionar o uso de Processamento de Linguagem Natural (PLN), um ramo da Inteligência Artificial que permite aos computadores entender e se expressar em linguagem natural, como português ou outro idioma.

Isso permitirá, por exemplo, que médicos utilizem dispositivos móveis para gravar um laudo, que será digitalizado automaticamente por um software PLN e enviado diretamente ao registro do paciente.

O uso de chatbots para verificar sintomas leves também surgirá como forma de reduzir os gargalos nas salas de atendimento. Dispositivos touch screen, em que visitantes poderão consultar dados sobre pacientes internados, são esperados para desafogar a recepção e reduzir a circulação de pessoas em hospitais.

  1. Análise de dados e Internet das Coisas (IoT)

“Os dados são o novo petróleo”. Se você ainda não escutou essa frase, guarde-a, pois, ela será ainda mais verdadeira nos próximos anos.

O que queremos dizer é que os dados possuem um poder incomensurável por trás deles. Eles estão sendo usados por empresas para vender mais e melhor, e para tomar decisões de negócios muito mais acertadas.

Na medicina do futuro não seria diferente. A análise de dados na saúde pode representar a diferença entre salvar a vida de um paciente ou não. Com os dados em mãos, e um mecanismo que permita analisá-los de maneira mais simples, médicos podem tomar decisões que previnam com maior eficiência problemas leves ou graves.

Esses dados virão não só dos wearables, que citamos anteriormente, mas também de dispositivos inteligentes nos hospitais. Esses dispositivos, oriundos da Internet das Coisas (IoT — Internet of Things), enviarão dados de monitoramento dos pacientes para a internet, salvando as informações na nuvem para uso posterior pelo médico ou pelo próprio hospital.

  1. Realidade virtual e aumentada no treinamento

A possibilidade de imergir em um mundo totalmente digital (realidade virtual) ou ver um espaço real com melhorias digitais (realidade aumentada) tem trazido muitos benefícios às salas de aula de medicina. Estudantes e médicos recém-formados estão usando a tecnologia para aprimorar seus conhecimentos.

Mesmo para quem não está mais estudando, a realidade aumentada pode proporcionar uma forma otimizada de enxergar o resultado de um exame de imagem, por exemplo, enquanto a realidade virtual tem sido utilizada como tratamento alternativo para a dor em pacientes terminais.

  1. Blockchain e proteção dos dados

Você já percebeu que os dados são a chave de muitas das tendências de tecnologia da medicina do futuro. Mas junto com os benefícios que eles trazem, também é preciso pensar em um potencial problema: como armazenar e garantir a segurança e privacidade dessas informações.

Dados de saúde estão entre os dados considerados mais sensíveis. Isso significa que vazamentos dessas informações podem comprometer fortemente a reputação (e o bolso) de hospitais. Proteger os dados dos pacientes, portanto, é fundamental.

A boa notícia é que a tecnologia que permite guardar os dados de forma segura e ainda dar ao paciente poder sobre quem poderá ver suas informações já existe: o blockchain. O blockchain nada mais é do que um livro-razão digital compartilhado e imutável. Isso significa que, uma vez registrados no livro, os dados não podem ser alterados.

A tecnologia eliminará os riscos de perda de registros e garantirá a integridade das informações. Ela será muito útil quando pacientes precisarem ser transferidos entre diferentes hospitais, por exemplo.

Essas são apenas algumas das tendências para os próximos anos quando o assunto é medicina do futuro. E enquanto você pode pensar que algumas delas são meras ideias de “ficção científica”, todas já estão em uso em algum nível em hospitais, laboratórios e clínicas de saúde pelo mundo.

Por isso, fique atento! E se precisar de alguma ajuda, entre em contato conosco! Estamos sempre prontos a ajudá-lo.

 

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