Quem precisa de APM? E por quê?

Quando falamos de monitoramento de aplicações (APM) e a importância de mitigar perdas financeiras, “estrago” na imagem da empresa e enormes troubleshootings , salas de guerra (ou como carinhosamente chamamos de “barata voa”); sempre está associado com perguntas como “Por que eu preciso de um APM?” ou “Como um APM pode me ajudar na Gestão de Negócios?”. E são perguntas pertinentes!

No mercado, muitas empresas estão investindo em times de operação e/ou aplicações (IT Ops & App Ops), cujo objetivo é manter as aplicações disponíveis, otimizar os custos de infraestrutura e utilização de recursos, estabelecer um centro de monitoramento efetivo, reduzir incidentes que impactam no negócio e ainda são cobrados por demonstrar o retorno do investimento realizado (ROI).

O dia-a-dia de operações/aplicações temos alguns desafios que acabam tirando o foco dos times que deveriam estar voltados para a inovação ou agilizando o Backlog para atender chamadas fora do horário de trabalho (gerando hora extra, stress, gap na escala do time), falta de visibilidade de algum software ou hardware por falta de ferramenta ou por excesso de ferramentas não consolidadas, falta de automação em atividades simples, fornecedor ou parceiro externo/terceiro fornecendo serviço com baixa performance, que impactam na aplicação e na falta de clareza  fazendo com que aquele incidente que causou todo o stress teve um impacto para negócio (Sabe aquele chamado às 3 AM de 100% de CPU, impactou em alguma venda? Deixamos de vender?).

Se você se identificou com algum desses desafios, já temos pelo menos uma resposta: Você precisa de um APM. E ele pode te ajudar a gerir seu business.

Responder essas perguntas estão no DNA da N&DC, que tem na plataforma CISCO AppDynamics a solução ideal para o correlacionamento dessas métricas técnicas com impacto para Negócio. Uma ferramenta única que cobre as iniciativas de “Digital Transformation”, “Cloud Migration” e “AIOps” aumentando a capacidade do teu time de engenheiros e engenheiras, e a velocidade dos seus releases e garantindo a escalabilidade dos seus produtos.

A N&DC auxilia na adoção das melhores soluções de monitoramento para otimizar seu ambiente de trabalho. Fale com nossos especialistas! 

 

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Educação remota: 4 dicas para otimizar a colaboração entre alunos e professores

Enquanto milhares de escolas e universidades no Brasil e no exterior se preparam para outro semestre de educação remota, os professores estão lutando para adaptar aulas presenciais para o ensino à distância.

É compreensível que educadores e instituições se sintam sobrecarregados com tantas mudanças acontecendo em tão pouco tempo. No entanto, é preciso entender as diferenças entre ensinar em uma sala de aula de tijolo e argamassa e ensinar em uma sala online.

O ensino na educação remota precisa ser muito mais dinâmico para manter tanto alunos quanto professores engajados. Pensando nisso, separamos 4 dicas de como otimizar a colaboração entre esses dois grupos na sua instituição! Acompanhe:

1.Utilize técnicas de aprendizagem dinâmica

Não há dúvidas sobre os desafios impostos pela educação remota — mas, sem dúvidas, o maior deles é manter os alunos engajados. Apenas reproduzir as técnicas de ensino utilizadas em salas de aula físicas no ambiente virtual não é efetivo. O aluno online deve possuir um papel muito mais ativo na sua própria aprendizagem do que o aluno offline.

Faça com que os alunos voltem a sintonizar-se adotando estratégias de aprendizagem dinâmicas e colaborativas que os estimulem a se envolver com o material e entre si. Estudos têm mostrado que a aprendizagem colaborativa online aumenta o desempenho acadêmico, a retenção de conhecimento e as habilidades interpessoais.

Incluir ferramentas como aplicativos de gravação de tela, salas de reuniões virtuais, documentos colaborativos e sistemas de gerenciamento de aprendizagem podem ser caminhos eficazes para a criação de ambientes de aprendizagem dinâmicos e interativos.

  1. Invista na tecnologia base para a educação remota

Em um ambiente de ensino remoto, a tecnologia é essencial. Afinal, foi justamente a tecnologia que permitiu que a educação remota tomasse forma — agora é ela também que permite que o ensino à distância seja tão eficiente quanto a sua versão presencial.

Aproveitar as ferramentas de tecnologia que ajudam a garantir que os alunos permaneçam concentrados em suas tarefas e atinjam seus objetivos de aprendizagem resultará em alunos mais participativos em sua própria educação.

Do lado dos professores, a tecnologia permite que acompanhem o desempenho em grupo e individual mais de perto, ao mesmo tempo que cria conexões interpessoais para que a falta do contato pessoal seja minimizada.

Além disso, a tecnologia também provou ser uma mão amiga para professores que às vezes têm dificuldade em explicar certas coisas dentro dos limites de uma sala de aula física. Professores experientes em tecnologia são capazes de preparar suas aulas de uma maneira mais estratégica, incluindo diferentes tipos de texto, modelos de atividades e controles interativos para os alunos.

Veja mais >> A LGPD e as instituições de ensino

  1. Aposte na educação remota interativa

A tecnologia dá aos professores a capacidade de envolver todos os alunos na aprendizagem interativa, para que possam treinar seu pensamento crítico e resolução de problemas. E, melhor ainda, isso pode funcionar em todas as disciplinas em um ambiente trans curricular.

Essa é uma maneira importante de tornar o aprendizado mais envolvente, especialmente no ambiente de ensino à distância, onde as atividades rotineiras podem ser fáceis, mas deixar os alunos desinteressados.

Ao desenvolver diferentes atividades, integrar tecnologias e criar uma variedade de oportunidades de avaliação, a interação online incentiva o envolvimento dos alunos e ajuda na retenção de conhecimento.

Os fóruns de discussão têm sido muito usados ​​na construção do processo de aprendizagem na educação remota. Por meio deles, os alunos podem conduzir as conversas com mais flexibilidade e compartilhar insights com uma reflexão aprofundada dos conhecimentos e habilidades adquiridos.

Outras atividades de interação comumente usadas são gincanas temáticas, viagens de campo virtuais a locais clínicos / museus / zoológicos, vídeos interativos (questionário em vídeo) e palestras guiadas por perguntas etc.

  1. Obtenha feedback e analise dados

Outro dos grandes benefícios da educação remota é a quantidade de dados gerada. Assim como empresas e indústrias no mercado, sua instituição de ensino pode usar o poder dos dados para melhorar as técnicas de aprendizagem e reter alunos.

Sua empresa de ensino online provavelmente ainda não está toda formada — este é um trabalho ainda em andamento, que deve depender também do que seus alunos têm a dizer. Professores e instituições devem definir formas de coletar dados sobre as aulas, analisar as informações e extrair insight acionáveis a partir delas, para que se transformem em melhorias efetivas na sala de aula virtual.

Por isso, o primeiro passo, é mostrar aos alunos que a opinião deles importa e que eles podem se sentir à vontade para expressá-la. É preciso garantir que os alunos se sintam confortáveis com a tecnologia utilizada na sala de aula virtual e que não haja problemas técnicos na conexão entre alunos e professores.

Além disso, os alunos também devem ter um espaço para opinar sobre os métodos de ensino de cada professor e o que acham que pode melhorar. Ao sentir que suas vozes são ouvidas, os alunos estarão muito mais propensos também a escutarem eles mesmos.

A mudança repentina em direção ao aprendizado remoto não foi fácil, mas as técnicas de aprendizado colaborativo podem ajudar os alunos a se sentirem envolvidos e engajados, mesmo por meio de uma tela de computador.

A aprendizagem colaborativa online não acontece espontaneamente. Requer um planejamento cuidadoso e as ferramentas certas para tornar a participação fácil e simples. Procure um parceiro que te ajude a desenvolver fluxos projetados para envolver mais os alunos, mesmo a milhares de quilômetros de distância.

Gostou do nosso artigo? Continue aprendendo e veja também as soluções para ensinar em um mundo cada dia mais digital!

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Atendimento remoto na triagem de pacientes: capacite médicos, equipes e otimize a segurança de todos!

O campo da telemedicina, ou atendimento remoto, mudou drasticamente desde o seu início. Você pode se surpreender, mas a ideia de cuidar de pacientes remotamente não é nova, tendo surgido há cerca de cinquenta anos quando alguns hospitais começaram a fazer experiências com telemedicina para alcançar pessoas em locais remotos.

Porém, com as rápidas mudanças na tecnologia nas últimas décadas e com o isolamento imposto pelo coronavírus, o atendimento remoto se transformou em um serviço integrado usado em hospitais, residências, consultórios médicos particulares e outras instalações de saúde.

Para te mostrar, fizemos um breve resumo dos avanços do atendimento remoto de pacientes nos últimos anos, das tecnologias usadas e dos benefícios que a telemedicina traz tanto para instituições de saúde quanto para pacientes. Acompanhe!

Telemedicina: o atendimento remoto dos pacientes

A Organização Mundial da Saúde (OMS) se refere à telemedicina como “cura à distância”. Basicamente, a telemedicina é o uso de tecnologia para fornecer serviços clínicos remotos aos pacientes. Os médicos usam a telemedicina para a transmissão de imagens digitais, consultas por vídeo e diagnóstico médico remoto.

Hoje, as pessoas não precisam mais agendar uma visita pessoal ao médico para receber o tratamento. O uso de conexões seguras de vídeo e áudio possibilita aos especialistas tratar os pacientes mesmo que eles estejam em suas próprias casas.

O primeiro objetivo do atendimento remoto de pacientes era atender aquelas pessoas que viviam em lugares remotos, longe dos grandes centros médicos. Hoje, a telemedicina continua ajudando a solucionar esse problema, mas ganhou novos propósitos nos últimos anos.

Além de permitir que as pessoas continuassem isoladas como forma de mitigar a propagação do coronavírus, o paciente moderno de hoje busca mais conveniência nos seus agendamentos. Ele quer marcar e realizar consultas pela internet, sem que precise perder tempo se deslocando ou aguardando em salas de espera lotadas — benefícios que o atendimento remoto oferece.

Os benefícios do atendimento remoto de pacientes

Conhecida como um avanço tecnológico que está mudando toda a infraestrutura de saúde, a telemedicina veio para ficar. Hoje, pacientes, provedores e pagadores podem se beneficiar com o atendimento remoto.

Sistemas de saúde, consultórios médicos e instalações de enfermagem qualificadas estão usando a telemedicina para fornecer cuidados com mais eficiência. As tecnologias que vêm integradas ao software de telemedicina, como registros médicos eletrônicos, diagnósticos de IA e dispositivos médicos de streaming, podem auxiliar melhor os provedores no diagnóstico e tratamento.

Este último permite que os provedores monitorem os pacientes em tempo real e ajustem os planos de tratamento quando necessário. Em última análise, isso leva a melhores resultados para o paciente.

Os provedores também podem se beneficiar com o aumento da receita. Ao utilizar a telemedicina, os médicos podem atender mais pacientes sem a necessidade de contratar mais funcionários ou aumentar o espaço do escritório. Especialistas em telemedicina ajudam os provedores a configurar soluções de telemedicina compatíveis com as leis em voga, para agilizar os fluxos de trabalho e melhorar o atendimento ao paciente.

Do lado dos pacientes, a telemedicina permite que eles tenham acesso ilimitado aos serviços de saúde e vejam um médico sem sair de casa. Idosos com dificuldades de locomoção e pessoas em locais remotos podem fazer uma consulta com o uso de dispositivos médicos de streaming. A propagação de doenças (como a COVID-19) também é reduzida, pois aqueles contaminados não precisam expor outras pessoas em salas de espera lotadas.

Como o atendimento remoto é aplicado

Então, agora você sabe o que é o atendimento remoto e como ele beneficia instituições e pacientes. Mas como os sistemas de telemedicina são realmente entregues? Que tipo de tecnologia permite conexões digitais entre um provedor em um grande hospital e um paciente em uma casa rural remota?

Com a expansão da internet, muito da forma como a telemedicina é fornecida mudou. Agora, com uma simples conexão à internet, muitos pacientes em áreas remotas podem cuidar da sua saúde e se conectar com médicos onde quer que estejam.

No entanto, muitos podem se perguntar quais são as aplicações mais valiosas da telemedicina? Vamos descobrir algumas maneiras populares que a telemedicina é usada hoje.

Gestão de doenças crônicas

Os dispositivos tecnológicos de hoje permitem aos médicos monitorar a saúde dos pacientes de longe. Os vestíveis permitem que os provedores acessem a frequência cardíaca, pressão arterial, níveis de glicose e muito mais por meio da transmissão de dados de um dispositivo para outro, possibilitando que acompanhem pacientes com doenças crônicas de longe, sem que eles tenham que se deslocar regularmente para hospitais ou clínicas.

Gestão de medicação

Aqueles no setor de saúde reconhecem que o gerenciamento de medicamentos é essencial, especialmente entre os idosos. Os idosos têm maior probabilidade de esquecer de tomar seus medicamentos, e é aí que entra a telemedicina. Prestadores de serviços e outros profissionais de saúde podem usar a tecnologia para monitorar quando e se seus pacientes tomaram os medicamentos. Como resultado, isso leva a menos readmissões hospitalares.

Compartilhando informações médicas

Hoje, os médicos da atenção primária podem se conectar com especialistas que estão em outro local. Informações de saúde, como imagens diagnósticas, análises de sangue e muito mais dados podem ser compartilhados para uma avaliação apropriada do paciente em tempo real.

Esvaziando a sala de emergência 

Sem dúvida, o pronto-socorro é um dos ambientes mais caros, superlotados e estressantes da saúde. Com a telemedicina, salas de emergência superlotadas podem ser reduzidas fazendo com que os pacientes consultem um médico remoto usando primeiro o chat por vídeo. O médico remoto pode determinar se aquele indivíduo deve procurar atendimento em um departamento de emergência, o que aumenta a eficiência do pronto-socorro.

O atendimento remoto ainda tem muito a avançar para se tornar uma opção realmente viável a todos. No entanto, os avanços dos últimos anos mostraram que a tecnologia na medicina veio para ficar, melhorando os cuidados oferecidos ao paciente e otimizando os custos internos das instituições.

Quer saber mais sobre o atendimento remoto? Veja 5 tendências para o futuro da medicina e saiba como elas podem afetar sua instituição ou entre em contato com nossos especialistas. Estamos prontos para te auxiliar em qualquer dúvida.

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Mobile experience: como é possível melhorar o engajamento dos alunos no campus?

Atualmente, os dispositivos móveis são onipresentes e permeiam todos os aspectos de nossa vida, permitindo-nos fazer as coisas quando e onde precisamos. Com tamanha importância, não é de admirar que as experiências móveis (mobile experience) tenham alcançado também a educação.

Quando falamos de educação, o impacto de uma boa experiência móvel pode ser sentido diretamente no desempenho dos alunos. A educação pode ser (e está sendo!) completamente transformada pela nuvem e aplicativos móveis que permitem superar desafios e aumentar o alcance do conhecimento.

O mobile experience na educação pode aumentar o engajamento de toda comunidade (incluindo alunos, professores, funcionários, administradores e pais) de formas nunca vistas.

Para que você fique por dentro, abaixo te mostramos os desafios que podem ser superados na educação com a ajuda de tablets e smartphones! Acompanhe!

Os desafios da educação que o mobile experience ajuda a superar

O mobile experience na educação representa uma forma de abordar vários dos nossos problemas educacionais. Dispositivos como smartphones e tablets permitem a inovação e ajudam alunos, professores e pais a obter acesso a conteúdo digital e avaliação personalizada vital para um mundo pós-industrial.

Os dispositivos móveis, usados ​​em conjunto com a conectividade sem fio 4G / 5G são ferramentas essenciais para melhorar o aprendizado dos alunos. A tecnologia de conexão sem fio é uma forma de fornecer novos conteúdos e facilitar o acesso às informações onde quer que o aluno esteja, dentro ou fora da sala.

À medida que telefones celulares, tablets e outros dispositivos conectados se tornam mais comuns e acessíveis, o mobile experience pode melhorar drasticamente o aprendizado e levar conteúdo digital aos alunos.

Os alunos adoram a tecnologia móvel e a usam regularmente em suas vidas pessoais. Portanto, não é surpresa que os jovens queiram empregar dispositivos móveis para tornar a educação mais envolvente e personalizá-la de acordo com suas necessidades específicas.

Em comparação com atividades não-tecnológicas, a tecnologia móvel permite aumentar o envolvimento dos alunos. Por isso, instituições de ensino e educadores precisam entender como aproveitar o mobile experience para impulsionar o aprendizado.

Veja mais >> Os segredos de ensinar em um mundo digital

Os benefícios do mobile experience para a educação

A aprendizagem móvel torna possível estender a educação além dos limites físicos da sala de aula e além dos períodos fixos do dia escolar. Ela permite que os alunos acessem o conteúdo de casa, se comuniquem com professores e trabalhem com outras pessoas online.

Dessa forma, o mobile experience oferece os seguintes benefícios para alunos, educadores e instituições:

  1. Aprenda em qualquer lugar, a qualquer hora

O aprendizado móvel permite flexibilidade, eliminando a necessidade de que o ensino aconteça em um determinado momento e lugar, e permitindo que os alunos acessem o conteúdo quando e onde quiserem.

Isso aumenta a flexibilidade, algo valorizado por alunos que, cada dia mais, dividem seu tempo de estudo com diversas outras atividades. O mobile experience se integra perfeitamente a aprendizagem na rotina diária do aluno, o que resulta na conclusão bem-sucedida do estudo e na retenção de conhecimento.

  1. Entrega reduzida levando a um aprendizado mais rápido

A mudança em direção à micro aprendizagem — que permite aos alunos digerir “pedaços” menores de conteúdo para aumentar a absorção — é impulsionada pela adoção de celulares como um modo de aprendizagem.

O conteúdo apresentado através de dispositivos móveis é nítido e conciso. As informações são mais facilmente acessíveis quando necessárias para o treinamento, não importa onde o aluno esteja. Isso ajuda a evitar a sobrecarga cognitiva e aumenta o aprendizado.

  1. Melhora a retenção de conhecimento

O mobile experience leva a uma maior retenção de conhecimento, graças ao fato de que os alunos são mais propensos a lembrar de dados nítidos e concisos, que eles consideram relevantes e relacionáveis, no momento que precisarem.

Assim, eles serão capazes de relembrar informações de maneira mais fácil e melhorar seu desempenho, visto que conseguem gravar o assunto em sua memória de longo prazo.

Além disso, mais e mais alunos agora preferem conteúdo multimídia para permanecer envolvidos em um ambiente de aprendizagem, como vídeos, podcasts e áudios. Eles também apreciam mais controle sobre suas sessões de ensino — tudo possibilitado pelo mobile experience.

  1. Personalização que leva a uma taxa maior de engajamento

Uma das vantagens amplamente conhecidas do aprendizado móvel é a personalização. Os cursos feitos sob medida promovem uma maior taxa de engajamento e motivação para os alunos.

Em suas vidas individuais, os jovens estão acostumados aos conteúdos personalizados e comunicação instantânea. Eles buscam informações 24 horas por dia e querem informações que sejam relevantes para seus interesses particulares.

Assim, a educação também deve ser uma atividade individualizada. O conteúdo deve ser onipresente e personalizado para que os alunos possam seguir suas paixões de aprendizado e descobrir onde obter respostas para perguntas básicas.

  1. Design responsivo que leva à fácil adoção

Todos nós já nos deparamos com sites que ficam bem em nossos computadores e notebooks, mas não funcionam bem em nossos smartphones.

O design responsivo permite que a interface se adapte a vários tamanhos de dispositivos, seja desktop, laptop, smartphone ou tablet. Isso possibilita que os alunos tenham sempre o conteúdo em mãos, não importa qual dispositivo utilizem.

A adoção do mobile experience na educação vai de encontro às mudanças que a tecnologia tem trazido ao perfil comportamental do aluno. Cada dia mais, as novas gerações dominam as salas de aula de faculdades, querendo uma aprendizagem adequada às suas realidades.

Para saber mais sobre como o mobile experience melhora o engajamento dos alunos, entre em contato conosco!

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Tecnologia na Medicina: eleve a segurança de dados no ambiente de trabalho a outro patamar!

A tecnologia na medicina está ajudando hospitais em todo o mundo a aliviar suas cargas administrativas e melhorar os resultados de saúde dos pacientes. Agora, a tecnologia também está sendo usada na segurança da informação para garantir a segurança dos dados dos pacientes.

Aplicações como Inteligência Artificial (IA) e Machine Learning (ML — também conhecido como aprendizado de máquina) estão permitindo aos agentes na saúde identificar qualquer sinal de ameaça e criar uma resposta célere e eficaz.

No artigo de hoje, te mostraremos os desafios que um ciberataque pode representar para organizações de saúde e como essas tecnologias estão sendo aplicadas na medicina para elevar a segurança no ambiente de trabalho! Acompanhe:

Os desafios de segurança de dados na saúde

As mais novas vulnerabilidades cibernéticas não são necessariamente a maior ameaça cibernética que uma organização de saúde pode enfrentar. De acordo com o relatório de cibersegurança da Cisco realizado em 2020 – “Simplifique para proteger”, não existem dúvidas de que os cibercriminosos são bem financiados e estão em constante inovação.

Consequentemente, muitas ameaças comuns continuam a ser problemáticas nos na área de saúde, incluindo:

  • Malware e ransomware: os cibercriminosos usam malware e ransomware para desligar dispositivos individuais, servidores ou mesmo redes inteiras. Em alguns casos, um resgate é exigido para retificar a criptografia;
  • Ameaças da nuvem: uma quantidade crescente de informações de saúde protegidas está sendo armazenada na nuvem. Sem a criptografia adequada, isso pode ser um ponto fraco para a segurança das organizações de saúde;
  • Sites enganosos: criminosos cibernéticos criam sites com endereços semelhantes a sites confiáveis para ludibriar funcionários desavisados. Alguns simplesmente substituem .com por .gov, dando ao usuário incauto a ilusão de que os sites são iguais;
  • Ataques de phishing: essa estratégia envia grandes quantidades de e-mails de fontes aparentemente confiáveis ​​para obter informações confidenciais dos usuários;
  • Pontos cegos de criptografia: embora a criptografia seja crítica para proteger os dados de saúde, ela também pode criar pontos cegos onde os hackers podem se esconder das ferramentas destinadas a detectar violações;
  • Erro de funcionários: mesmo que não intencionalmente, os funcionários de uma organização de saúde podem expô-la a riscos. Isso pode acontecer com o uso de senhas fracas, compartilhamento de senhas ou abertura de links suspeitos;
  • Dispositivos conectados à internet: outra ameaça crescente na segurança da saúde é encontrada nos dispositivos médicos. Conforme os marcapassos e outros equipamentos se conectam à internet, eles enfrentam as mesmas vulnerabilidades de outros sistemas de computador.

Tecnologia na medicina: o papel da automação ​​na segurança de dados

As inovações introduzidas pelos cibercriminosos em breve poderão superar as tecnologias que as organizações de saúde possuem atualmente. Para sobreviver, é fundamental que as equipes de TI da área de saúde desenvolvam e implantem tecnologias avançadas e integradas.

Felizmente, essas tecnologias já existem e estão disponíveis. A automação, por exemplo, é utilizada não só para tornar rotinas de trabalho mais eficazes, mas também para monitorar o perímetro da rede de uma organização de saúde e segmentar o tráfego.

Essas tecnologias de segmentação interna são capazes de identificar e isolar automaticamente dados confidenciais (localizados atrás de firewalls dentro da rede) com base em protocolos de segurança específicos. Isso garante que um dispositivo comprometido nunca seja capaz de se espalhar lateralmente e, assim, infectar toda a rede de saúde.

As equipes de TI da área de saúde também podem usar a automação para aprimorar ou substituir funções básicas de segurança e tarefas do dia a dia, como rastreamento e correção de dispositivos, e configuração de dispositivos de segurança e rede.

A automação também pode ser aproveitada para detectar vulnerabilidades de dispositivos, aplicar protocolos de segurança ou uma política de sistema de prevenção de intrusão (IPS) para protegê-los até que um patch esteja disponível, ou para modificar políticas e protocolos em tempo real em resposta a ameaças detectadas recentemente.

Tecnologia na medicina: o papel da Inteligência Artificial ​​na segurança de dados

Há um velho ditado em segurança de rede: “os invasores só precisam acertar uma vez. Você precisa estar certo todas as vezes”. A única maneira de ficar à frente dos cibercriminosos é agir imediatamente. Para isso, além de automatizar tarefas, a chave para a segurança da informação é a visibilidade.

Você não pode proteger o que não pode ver. Por outro lado, se você sabe o que está acontecendo em sua rede, pode identificar rapidamente qualquer comportamento anômalo e agir para impedir que se espalhe por toda a rede. O segredo para conquistar tamanha visibilidade é a Inteligência Artificial.

IA na Medicina

A IA permite à organização de saúde capturar e correlacionar todas as informações de ameaças relevantes da rede, adicionando transparência às operações. Junto com o Machine Learning, a IA faz com que os dispositivos de segurança da organização aprendam continuamente a partir dos dados observados para entender quais sinais apontam ou não para uma possível ameaça.

A atual tecnologia na medicina possibilitou a criação de uma base de conhecimento específica da indústria que pode ser “lida” utilizando análises de Big Data. Essas análises permitem examinar e analisar quantidades massivas de dados em tempo hábil, encontrando padrões de comportamento das ameaças, que são utilizados no desenvolvimento de soluções e infraestrutura de segurança posteriormente.

A segurança da informação na saúde precisa ser capaz de operar em velocidades cada dia maiores. Isso significa investir em tecnologia na medicina para automatizar as respostas aos ataques e permitir que as redes possam aprender com dados históricos para tomar decisões eficazes e autônomas.

Quer conhecer mais soluções de segurança para a saúde? Fale com nossos especialistas.

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Ensino híbrido: por que ele é uma tendência que amplia a aprendizagem?

Os últimos anos foram marcados por evoluções tecnológicas que revolucionaram todos os setores. No departamento de Treinamento e Desenvolvimento (T&D) não foi diferente. Soluções digitais de aprendizagem e treinamento surgiram para tornar o ensino mais interativo e dinâmico.

As iniciativas digitais de educação, também conhecidas como e-learning, permitiram às empresas criar experiências de aprendizado mais adequadas à rotina dos funcionários. Com a pandemia do coronavírus isso ficou ainda mais claro.

Alunos, profissionais e professores foram enviados para casa para conter o vírus e manter as medidas de distanciamento necessárias, exigindo que novos métodos inovadores de educação e treinamento surgissem para suprir a lacuna deixada pela sala de aula física.

Todos esses fatores fizeram surgir um novo conceito: o de ensino híbrido, um conceito que cresceu em popularidade nos últimos anos.

No artigo de hoje, mostraremos por que o ensino híbrido é uma tendência e o que esperar para o mercado de treinamentos online para o próximo ano!

O que é ensino híbrido?

O ensino híbrido combina o melhor de dois ambientes de treinamento: o tradicional treinamento presencial em sala de aula e o e-learning de alta tecnologia. Enquanto a sala de aula oferece uma oportunidade de aprendizado com feedback face a face imediato, a aprendizagem online oferece um ensino mais personalizado e individualizado.

O ensino híbrido permite que sua empresa una esses benefícios para oferecer uma oportunidade de aprendizado completa. Ao cobrir todas as bases, você pode envolver todos os tipos de alunos, incluindo:

  • aqueles que aprendem melhor em um ambiente estruturado que inclui interação face a face com um professor;
  • e aqueles independentes que aprendem melhor com treinamento semiautônomo baseado em computador.

Isso porque sua empresa provavelmente é uma mescla de pessoas de diferentes gerações. Tanto os das gerações Y e Z, que estão mais acostumados com o aprendizado digital, bem como alunos de gerações anteriores, mais tradicionais.

Por que o ensino híbrido?

Para as organizações, o e-learning permite que uma oferta variada de cursos seja oferecida simultaneamente, em um fluxo de trabalho regular e ininterrupto. Mas embora essas ferramentas digitais sejam sim eficazes, elas ainda são insuficientes em alguns quesitos valorizados pelo aprendizado tradicional.

O ensino híbrido surge para preencher essas lacunas. Eles oferecem uma forma de combinar o melhor dos dois mundos, unindo métodos tradicionais utilizados em uma sala de aula física com as ferramentas digitais do e-learning. Dessa forma, é possível enfatizar o benefício de cada um deles, quando for apropriado. Na prática, isso se traduz nos seguintes benefícios:

Benefícios para alunos

  • Oferece ao aluno conveniência e flexibilidade, dando a eles a capacidade de controlar seu ritmo de aprendizagem e compreender de maneira ampla o conteúdo do curso;
  • Suporta o aprendizado coletivo, permitindo que os alunos interajam com instrutores e colegas alunos. O método entende a importância da interação humana para enriquecimento da aprendizagem.

Benefícios para organizações

  • Reduz os custos de treinamento presencial, como viagens, acomodação e materiais impressos de treinamento;
  • As empresas podem usar diversos métodos de e-learning, como webinars, gamificação etc., que resultam em um melhor envolvimento do aluno;
  • Leva em consideração o perfil de cada aluno para adequar o método de ensino mais eficaz;
  • Também é mais fácil rastrear exatamente quem completou ou não o treinamento e qual foi o desempenho de cada aluno nos cursos.

Como aplicar o ensino híbrido

O design de cursos híbridos é um processo que requer a contribuição de uma variedade de profissionais para atingir seu potencial máximo. Isso porque precisa ser fundamentado nas melhores práticas estabelecidas, bem como nas necessidades individuais do aluno.

Por exemplo, embora possa ser verdade que certas habilidades são mais bem aprendidas em um ambiente físico, com experimentos práticos, para alguns alunos esses métodos podem ser inacessíveis devido às limitações geográficas ou necessidades especiais.

O designer do curso que trabalha para construir um módulo híbrido precisa ter o conhecimento e a experiência para levar todos esses fatores em conta. Isso é feito considerando as necessidades dos alunos e o conteúdo para construir módulos que sejam flexíveis o suficiente para atender às necessidades de cada um, ao mesmo tempo que sejam adequados ao conteúdo.

Um sistema de gerenciamento de aprendizagem (LMS) de ponta deve ajudar os profissionais de aprendizagem a obter o máximo do ensino híbrido. Para isso, o sistema deve estar equipado com tecnologias como aprendizado de máquina e Inteligência Artificial (IA) que permitem coletar dados e identificar tendências.

Isso beneficia tanto funcionários quanto organização de algumas maneiras:

  • Análises e insights individualizados ajudam a reforçar comportamentos positivos, como interações diárias do curso;
  • As análises de avaliação que moldam o conteúdo e os objetivos são apresentadas conforme os alunos completam as lições e módulos;
  • As ferramentas de avaliação podem reunir informações sobre a retenção e o domínio das aulas offline, seja em seminário ou em forma experimental.

Ao usar análises, os analistas de T&D podem avaliar melhor se os componentes individuais estão funcionando conforme desejado em seu formato de apresentação atual. Isso permite que eles alterem o módulo e seus componentes à medida que mais dados são coletados sobre a eficácia de um determinado método.

Isso é muito importante porque o melhor método de entrega pode mudar com o tempo, à medida que novas ferramentas são desenvolvidas para ajudar os alunos a internalizar conceitos importantes. Sem dúvidas, o ensino híbrido é o caminho a seguir para aquelas organizações que querem casar eficiência com custos baixos.

E na sua empresa? Como o Treinamento e Desenvolvimento é aplicado? Já utilizam ferramentas de ensino on-line?

 Comente abaixo e compartilhe suas ideias e realidade conosco!

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Medicina do futuro: 5 tendências para os próximos anos que você não pode deixar de saber

A pandemia do coronavírus mudou drasticamente o cenário da medicina e terá impactos que durarão muito tempo, depois que a última pessoa do mundo estiver imunizada. Após a Covid-19, podemos ver que a medicina do futuro deverá se apoiar na tecnologia para oferecer aos pacientes e médicos um cuidado preventivo e uma maior conectividade.

Hoje, médicos possuem em mãos ferramentas que eram inconcebíveis anos atrás. E o poder dos dados, ainda pouco revelado na medicina, promete mudar ainda mais o cenário do segmento de saúde nos próximos anos.

Como gestor de TI, é seu papel conhecer as principais novidades disponíveis e gerenciar sua aplicação dentro do hospital, laboratório ou clínica em que trabalha. Para te ajudar, separamos uma lista com as principais tendências que a medicina do futuro revelará neste e nos próximos anos! Acompanhe:

  1. Wearables e aumento dos cuidados remotos

Uma das palavras mais utilizadas em diversos contextos durante a pandemia foi “remoto”. O trabalho remoto, por exemplo, tomou conta das mais variadas organizações, grandes a pequenas, como forma de reduzir a propagação do vírus. Como resultado, gestores em todos os setores viram que essa é sim uma saída eficaz e econômica para suas equipes.

No caso da medicina, o “remoto” também não ficou para trás. Muitas consultas que não necessitavam contato passaram a ser realizadas online e o modelo de receita com assinatura eletrônica do médico já é amplamente utilizado.

Para a medicina do futuro, a expectativa é de que, cada vez mais, o paciente tenha papel ativo na sua saúde. O uso de wearables, dispositivos “vestíveis” pelo paciente já é uma realidade.

E não estamos falando somente dos relógios inteligentes, que monitoram frequência cardíaca, tempo de sono, entre outros dados do usuário — mas também de dispositivos que sejam capazes de identificar a menor mudança no corpo do usuário para gerar alertas e criar uma ficha de histórico completa.

Isso permitirá aos médicos e profissionais da saúde acompanhar a saúde do paciente remotamente e com informações que podem ser enviadas em tempo real.

  1. Automação e IA para gerar mais eficiência

Enquanto muitos hospitais e clínicas viram seus números de pacientes aumentarem, ao mesmo tempo que precisavam lidar com a redução de pessoal devido à COVID-19 ou isolamento, muitos começaram a procurar soluções que permitissem automatizar tarefas sem valor agregado, mas essenciais ao trabalho.

A busca por eficiência tem o potencial de impulsionar o uso de Processamento de Linguagem Natural (PLN), um ramo da Inteligência Artificial que permite aos computadores entender e se expressar em linguagem natural, como português ou outro idioma.

Isso permitirá, por exemplo, que médicos utilizem dispositivos móveis para gravar um laudo, que será digitalizado automaticamente por um software PLN e enviado diretamente ao registro do paciente.

O uso de chatbots para verificar sintomas leves também surgirá como forma de reduzir os gargalos nas salas de atendimento. Dispositivos touch screen, em que visitantes poderão consultar dados sobre pacientes internados, são esperados para desafogar a recepção e reduzir a circulação de pessoas em hospitais.

  1. Análise de dados e Internet das Coisas (IoT)

“Os dados são o novo petróleo”. Se você ainda não escutou essa frase, guarde-a, pois, ela será ainda mais verdadeira nos próximos anos.

O que queremos dizer é que os dados possuem um poder incomensurável por trás deles. Eles estão sendo usados por empresas para vender mais e melhor, e para tomar decisões de negócios muito mais acertadas.

Na medicina do futuro não seria diferente. A análise de dados na saúde pode representar a diferença entre salvar a vida de um paciente ou não. Com os dados em mãos, e um mecanismo que permita analisá-los de maneira mais simples, médicos podem tomar decisões que previnam com maior eficiência problemas leves ou graves.

Esses dados virão não só dos wearables, que citamos anteriormente, mas também de dispositivos inteligentes nos hospitais. Esses dispositivos, oriundos da Internet das Coisas (IoT — Internet of Things), enviarão dados de monitoramento dos pacientes para a internet, salvando as informações na nuvem para uso posterior pelo médico ou pelo próprio hospital.

  1. Realidade virtual e aumentada no treinamento

A possibilidade de imergir em um mundo totalmente digital (realidade virtual) ou ver um espaço real com melhorias digitais (realidade aumentada) tem trazido muitos benefícios às salas de aula de medicina. Estudantes e médicos recém-formados estão usando a tecnologia para aprimorar seus conhecimentos.

Mesmo para quem não está mais estudando, a realidade aumentada pode proporcionar uma forma otimizada de enxergar o resultado de um exame de imagem, por exemplo, enquanto a realidade virtual tem sido utilizada como tratamento alternativo para a dor em pacientes terminais.

  1. Blockchain e proteção dos dados

Você já percebeu que os dados são a chave de muitas das tendências de tecnologia da medicina do futuro. Mas junto com os benefícios que eles trazem, também é preciso pensar em um potencial problema: como armazenar e garantir a segurança e privacidade dessas informações.

Dados de saúde estão entre os dados considerados mais sensíveis. Isso significa que vazamentos dessas informações podem comprometer fortemente a reputação (e o bolso) de hospitais. Proteger os dados dos pacientes, portanto, é fundamental.

A boa notícia é que a tecnologia que permite guardar os dados de forma segura e ainda dar ao paciente poder sobre quem poderá ver suas informações já existe: o blockchain. O blockchain nada mais é do que um livro-razão digital compartilhado e imutável. Isso significa que, uma vez registrados no livro, os dados não podem ser alterados.

A tecnologia eliminará os riscos de perda de registros e garantirá a integridade das informações. Ela será muito útil quando pacientes precisarem ser transferidos entre diferentes hospitais, por exemplo.

Essas são apenas algumas das tendências para os próximos anos quando o assunto é medicina do futuro. E enquanto você pode pensar que algumas delas são meras ideias de “ficção científica”, todas já estão em uso em algum nível em hospitais, laboratórios e clínicas de saúde pelo mundo.

Por isso, fique atento! E se precisar de alguma ajuda, entre em contato conosco! Estamos sempre prontos a ajudá-lo.

 

N&DC Systems IntegrationMedicina do futuro: 5 tendências para os próximos anos que você não pode deixar de saber
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Segurança da Informação: como é possível proteger a sua empresa em um mundo de várias nuvens?

À medida que as empresas utilizam uma estratégia de várias nuvens para otimizar as operações de TI e fornecer melhores serviços aos seus clientes, elas não podem ignorar as implicações para a segurança. Ou seja, isso é, especialmente, verdade com o surgimento de um novo paradigma para executar vários ambientes de computação díspares para entrega de aplicativos.

Na verdade, enquanto questões como complexidade crescente, visibilidade e padrões de vários fornecedores competem pelo foco de TI em um ambiente de várias nuvens, os líderes empresariais citam a segurança da informação como o principal desafio de todos.

A seguir, entenda quais são as possibilidades para proteger a Segurança da Informação (SI) em sua empresa! Não perca!

Os desafios da segurança da informação em várias nuvens

É fácil entender por que a proliferação de ambientes de várias nuvens tende a superar a evolução da segurança. Embora a mudança para o multi cloud, geralmente, faça parte de uma estratégia claramente definida e intencional, nem sempre é esse o caso.

Por exemplo, isso pode acontecer quando uma empresa com uma estratégia de nuvem de um único fornecedor adquire ou se funde com outra organização usando uma plataforma de nuvem diferente. Além desse exemplo, unidades de negócios e equipes de desenvolvimento podem obter seus próprios recursos de nuvem, com ou sem a bênção de TI como Shadow IT.

Desse modo, novos requisitos para serviços específicos, conformidade de dados (com a LGPD) ou integração levam a TI a adicionar novos fornecedores ao ambiente. Como resultado, a maioria das empresas acaba em uma configuração de várias nuvens mais complexa do que imaginava.

Diante desse cenário, intencionalmente ou não, a evolução de ambientes com várias nuvens, geralmente, se concentra no negócio e nos fatores de TI que os impulsionam. Assim como acontece com muitas tecnologias em operações de TI, as organizações, inicialmente,  fornecem os serviços de que precisam para atender a vários requisitos e só, então, voltam sua atenção para a melhor forma de controlar, governar e gerenciar o ambiente resultante.

Isso geralmente se mostra mais difícil do que o previsto, conforme relatado em um relatório da Gartner. No relatório, a empresa de consultoria cita as tecnologias necessárias para garantir a segurança na nuvem pública, como Cloud Access Security Brokers (CASB) e Secure Access Service Edge (SASE), que, muitas vezes, estão fora dos projetos de segurança das empresas, mesmo sendo essenciais.

Mas quais são os riscos de segurança que um ambiente multi-cloud traz? Existem dois pontos principais nesse sentido:

Fluxo descontrolado de dados

Na grande maioria das situações, as empresas adquirem serviços SaaS ou IaaS de diferentes fornecedores para diferentes funções de negócios. Quando isso acontece, as equipes de segurança da informação não conseguem aplicar um conjunto unificado de políticas de uso de dados. No entanto, elas são incapazes de definir protocolos de controle de acesso para execução em todos os aplicativos em nuvem adquiridos de diferentes fornecedores.

Como resultado, quando dados críticos passam de uma nuvem para outra, as regras de segurança que os regem podem mudar, levando a possíveis vazamentos de dados, Shadow IT e outros usos indevidos intencionais.

Nesse cenário, as soluções convencionais de segurança da informação, geralmente, são incapazes de fornecer proteção em toda a rede para várias configurações de nuvem.

Má visibilidade em toda a rede

Um dos principais motivos pelos quais as empresas adotam várias nuvens — ou a nuvem em geral — é dar aos funcionários a liberdade de acessar aplicativos e dados de negócios de qualquer lugar e dispositivo, sendo essa necessidade do momento com o impacto da Pandemia da COVID-19 que resultou em uma mudança de paradigma sobre o trabalho remoto.

Assim, essa configuração permite que os funcionários tenham maior flexibilidade e produtividade. No entanto, o uso de uma abordagem de várias nuvens leva à incapacidade de ter visibilidade total sobre os diferentes aplicativos e dispositivos que podem ser introduzidos na rede corporativa pelos usuários, especialmente remotos.

Dessa maneira, mesmo se cada serviço de nuvem separado for seguro, a combinação de nuvens diferentes que compõem a rede corporativa pode não ser segura. Isso a menos que uma plataforma de segurança única e uniforme seja usada para controlar toda a rede.

Práticas recomendadas de segurança em várias nuvens

A estrutura de segurança da informação certa protegerá sua empresa e permitirá que ela maximize o valor total de um ambiente com várias nuvens. Veja  algumas práticas recomendadas para ajudá-lo a fazer escolhas informadas:

  • Entenda o básico: é fundamental entender como funciona o modelo de responsabilidade compartilhada da nuvem pública. Os provedores de nuvem são responsáveis ​​pela segurança de sua própria infraestrutura de nuvem. Isso inclui recursos como autenticação multifator, criptografia e gerenciamento de identidade e acesso. No entanto, sua organização é responsável por dados, cargas de trabalho e outros ativos de nuvem e como eles são protegidos dentro da infraestrutura de nuvem.
  • Segurança consistente: ao executar operações idênticas em várias nuvens (para fins de disponibilidade ou redundância), você deve implementar as mesmas configurações e políticas de segurança em todas as nuvens e garantir que isso seja mantido para garantir consistência contínua;
  • Automatize a segurança em todos os lugares: não subestime a importância de automatizar as tarefas de segurança. E embora isso certamente ajude a economizar tempo, esse não é o objetivo principal. Em vez disso, o objetivo é reduzir o risco de erro humano;
  • Minimize as soluções de segurança “pontuais”: soluções de segurança “pontuais” — ferramentas de segurança distintas que atendem a necessidades de segurança distintas — não se integram bem juntas. Muitas soluções pontuais criam sobrecarga de gerenciabilidade e brechas de segurança. Para obter melhores resultados, minimize o número de soluções de segurança pontuais disponíveis. Isso reduz significativamente a complexidade e diminui a probabilidade de erro;
  • Use um ponto único de controle: simplifique sua complexidade de várias nuvens usando um gerenciamento unificado que fornece aos profissionais de TI um único ponto de controle para gerenciar a segurança de aplicativos e dados em suas implantações de várias nuvens;
  • Se preocupe com a conexão remota: a arquitetura SD-WAN traz benefícios de conexão para filiais e funcionários remotos  — mas garantir a segurança dessas conexões também é fundamental. É necessário combinar recursos de VPN e SD-WAN com funções de segurança nativas da nuvem. A tecnologia SASE, citada pelo relatório da Gartner, faz isso com o uso de gateways da web seguros, corretores de segurança de acesso à nuvem, firewalls e acesso à rede de confiança zero. 

Encontre e use as soluções certas de segurança em nuvem

Para ambientes de nuvem dinâmicos, você precisa de uma solução de segurança abrangente. Mas com tantas soluções de segurança em nuvem diferentes para escolher, concentrar-se na certa para o seu ambiente de várias nuvens pode parecer um verdadeiro desafio.

As soluções da Cisco, oferecidas pela N&DC, fornecem a visibilidade e o controle necessários em todas as infraestruturas de nuvem, permitindo aplicativos seguros e conectividade de data center para nuvem. Para conhecer mais, entre em contato conosco e converse com um dos nossos especialistas!

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A sua carga de trabalho está na nuvem? Você sabe como se proteger?

Muitas empresas que estão migrando para a nuvem descobrem posteriormente que precisam usar nuvens públicas e privadas, além de diferentes provedores, para atender a diferentes requisitos. Em outras palavras, a ampla variedade de requisitos de negócios resulta na necessidade de várias ofertas de nuvem, cada uma focada em um determinado conjunto de serviços.

Ao mesmo tempo, as empresas percebem que possuir serviços em nuvem não integrados não é uma estratégia ideal para seus negócios. O motivo é que isso cria silos de serviços/dados. Assim, levando a novos desafios de segurança da informação e aumentando a complexidade da gestão da carga de trabalho na nuvem.

O conceito de multicloud foi desenvolvido para resolver esses problemas. Em contraste com várias nuvens díspares, o multicloud permite o gerenciamento unificado de diferentes serviços em nuvem como um pool integrado para cada tipo de recurso, independentemente da localização do recurso.

Este artigo mostra os desafios da gestão de múltiplos provedores e os benefícios do gerenciamento multicloud para sua carga de trabalho na nuvem! Não perca!

Desafios no gerenciamento da carga de trabalho na nuvem

Uma pesquisa da IDC descobriu que uma esmagadora maioria (90%) das empresas, atualmente, relata que sua organização está usando, atualmente, mais de uma nuvem em sua infraestrutura.

Nesse cenário, a estratégia de várias nuvens e a mudança para ambientes de TI híbridos estão se tornando mais comuns. Além disso, trazem um conjunto de desafios que os líderes de tecnologia podem ou não esperar. Conheça abaixo quais são eles:

  1. Custo

Muitas empresas sofrem com as grandes despesas de uso de serviços em nuvem devido ao gerenciamento deficiente da carga de trabalho. Em várias nuvens, as organizações usam vários serviços de diferentes provedores. Muitas vezes, torna-se difícil utilizar todos os serviços conforme a demanda e, portanto, as empresas têm que pagar pelos serviços que não foram usados.

  1. Desempenho

A equipe de TI é responsável por garantir que todos as aplicações na nuvem mantenham um alto nível de desempenho. Com um ambiente de várias nuvens, a escala de dados que precisam ser monitorados é aumentada, o que dificulta o trabalho dos profissionais da área.

  1. Expansão da nuvem

Ao adotar a estratégia de várias nuvens, as organizações precisam evitar a proliferação de aplicativos. A expansão da nuvem (também chamada de cloud sprawl) ocorre quando os usuários não conseguem encerrar instâncias ou serviços de computação em nuvem não utilizados. O principal motivo é que as cargas de trabalho se movem entre as nuvens com frequência. Isso cria problemas de visibilidade de recursos.

Por exemplo, em uma organização, os funcionários podem preferir uma nuvem em particular para cargas de trabalho específicas e essa escolha pode não ser consistente em toda a organização. Isso significa que o mesmo aplicativo pode ser aberto em várias plataformas de nuvem pública.

  1. Migração

Para a maioria das organizações, a migração para o multicloud é um desafio significativo, especialmente quando envolve vários data centers, locais remotos e usuários móveis. Garantir o acesso seguro aos ativos da nuvem com redes legadas geralmente leva a duas opções — backhaul do tráfego da nuvem para um ponto de acesso central à internet ou envio do tráfego da nuvem diretamente para a internet.

O planejamento desempenha um papel importante no processo de migração. A solução certa de gerenciamento multicloud pode ajudá-lo a migrar aplicativos com padrões e políticas existentes em sua nova rede em nuvem.

  1. Conformidade

Como a nuvem fornece agilidade e flexibilidade, ela também interrompe o processo de planejamento e aprovação, o que dá origem a problemas de conformidade em ambientes de várias nuvens. Isso, por sua vez, leva à Shadow IT (uso indiscriminado de recursos sem aprovação da TI da empresa), estouro de orçamento e problemas de segurança.

As organizações precisam definir padrões para o consumo de serviços e recursos em nuvem conforme definem seus processos de negócios. Com o modelo de responsabilidade compartilhada da nuvem, escolher a configuração certa para serviços e recursos, otimizar a utilização e custo e proteger os dados é dever dos consumidores da nuvem.

  1. Segurança de dados

Assim como acontece com seus próprios data centers, em várias nuvens você também deve ter uma estrutura de segurança na qual confiar. Quanto mais níveis um invasor precisa penetrar para acessar um recurso valioso, maiores são as chances de o ataque não ter êxito.

Consequentemente, você deve projetar seu serviço para ter várias camadas protegendo todos os dados confidenciais. Dessa forma, você pode garantir que, se uma medida de segurança for violada, outros obstáculos serão colocados para manter o invasor longe.

Os benefícios do gerenciamento multicloud

O gerenciamento multicloud é uma prática de desenvolvimento de fluxos de trabalho consistentes para o gerenciamento de provisionamento de infraestrutura, segurança, conectividade e descoberta de serviço em plataformas de nuvem.

Um gerenciamento multicloud bem definido fornece a visibilidade necessária para evitar desafios que levam a uma arquitetura complexa de várias nuvens. Isso permite que a organização atinja os seguintes objetivos:

  • Recursos de autoatendimento: os recursos de autoatendimento eliminam os processos tradicionais relacionados ao provisionamento de recursos de TI;
  • Automação do fluxo de trabalho: o gerenciamento da carga de trabalho na nuvem permite a automação do fluxo de trabalho. As organizações podem realizar etapas acionáveis ​​necessárias para criar e gerenciar instâncias de computação, sem intervenção humana;
  • Análise da nuvem: ao fazer análise e monitoramento da carga de trabalho na nuvem, as organizações podem usar os melhores serviços disponíveis de acordo com os requisitos. Além disso, com o uso de métricas, as organizações podem mudar de provedores de nuvem ou migrar cargas de trabalho de nuvens públicas para privadas se não obtiverem um desempenho ideal.

As empresas têm mais probabilidade de melhorar o desempenho, a confiabilidade, a contenção de custos e a sustentabilidade ambiental da computação em nuvem ao aderirem às práticas de gestão multicloud.

A N&DC te auxilia com a adotar as melhores soluções para gerenciamento da sua carga de trabalho na nuvem com base na sua necessidade para otimizar seu ambiente na nuvem.

Fale com nossos especialistas!

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